quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Mensagem de fim de ano da Aliança Cristã Evangélica Brasileira.



Graça e paz lhes sejam multiplicadas, pelo pleno conhecimento de Deus e de Jesus, o nosso Senhor . . . Por isso mesmo, empenhem-se para acrescentar à sua fé a virtude; à virtude o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao domínio próprio a perseverança; à perseverança a piedade; à piedade a fraternidade; e à fraternidade o amor. (2 Pedro 1:2,5)

O ano da graça de 2010


Mensagem da Aliança Cristã Evangélica

Irmãos e irmãs,


O ano da graça de 2010 está chegando ao fim. E, de fato, este foi um ano de graça e por isso elevamos a nossa gratidão a Deus e celebramos a sua bondade. Deus tem sido muito bom conosco.


Os primeiros resultados do Censo 2011, anunciados pelo IBGE, indicam que o Brasil cresceu e está entrando num período de estabilização do seu quadro populacional, o que é bom. Um resultado que ainda não temos em mãos, mas que aguardamos com expectativa, tem a ver com o crescimento das diferentes expressões da igreja evangélica em nosso país. Esperamos que esse crescimento tenha sido, uma vez mais, significativo e vigoroso, nos colocando numa crescente plataforma de influência e visibilidade neste país.


Ao chegarmos ao final de 2010 também celebramos uma nova transição democrática de poder, na oração de que os novos governantes tenham sede de Deus e de justiça, de amor pelo pobre e pela verdade. Também experimentamos novos patamares de crescimento econômico entre nós, o que permite a milhares de brasileiros comer mais frequentemente e melhor, bem como sonhar com uma educação mais digna para os seus filhos. Deus tem sido bom conosco.


Este foi também o ano em que nasceu a Aliança Cristã Evangélica Brasileira, como uma expressão da igreja em sua busca de unidade e testemunho, rumo a uma cidadania marcada pelos valores do Reino de Deus. À medida que a igreja cresce, ela precisa aprofundar o seu olhar para dentro do coração de Deus e para o compromisso com um testemunho que aponte para a paz com justiça, o amor amalgamado com a verdade e um espírito de serviço que se transforme em espelho da realidade de Cristo em nosso país. A igreja e sua liderança precisam ter o tamanho da oportunidade e da responsabilidade que Deus nos está permitindo viver nesta nossa esquina histórica.


Isto deve acontecer com a igreja e com a sociedade em geral. Carecemos de uma liderança que ajude nosso país a crescer econômica, mas também humanamente. Carecemos de uma liderança que ajude e desafie esta nação a construir uma sociedade que valorize o outro, especialmente o mais pobre e a criança, e nos transforme num Brasil que saiba olhar para além das suas fronteiras na perspectiva da ajuda, do estabelecimento de parcerias fortes e justas e venha a corresponder à expectativa que os olhos do mundo põem sobre nós neste momento.

Enquanto vemos o país crescendo, os investimentos chegando, a indústria se agilizando, a agroindústria se modernizando, também afirmamos que o Brasil carece de uma classe política que responda a este momento. O “aumento escondido” que os políticos maiores se autoconcederam, no final deste ano em Brasília, nos mostra o quanto estamos longe de um quadro político que supere o clintelismo, a corrupção e a percepção do estado em benefício próprio. Hoje, é a classe política que se evidencia como um dos elos mais frágeis no rumo para a construção de um Brasil grande, mais democrático e mais justo. Essa classe política deve ser fortemente denunciada, por toda a sociedade, como injusta e inadequada para as demandas e oportunidades que Deus tem concedido à nossa nação.


Nós, que recém formamos a Aliança, queremos juntar nossas vozes às de todos aqueles que oram, clamam e buscam por uma liderança que possa levar este país a um novo patamar democrático e econômico. Ao mesmo tempo nós, que expressamos setores da liderança evangélica brasileira, temos consciência de quanto precisamos crescer e amadurecer rumo à construção de um Brasil assim e rumo à esperança de uma igreja evangélica que continue a crescer e possa impactar esta terra com os valores do Reino de Deus.


A Aliança nasce consciente, tanto da sua responsabilidade testemunhal como da sua necessidade de caminhar em parceria com tantos outros que buscam escutar a Deus, servir ao outro e viver uma cidadania que seja um reflexo do que Deus quer para nós – um Brasil onde o amor, a justiça, a verdade, a paz e a esperança estejam calçando as nossas belas avenidas de hoje e de amanhã.
Assim, oramos que o ano de 2011 seja marcado, uma vez mais, pela graça de Deus.

Soli Deo Gloria!

Valdir Steuernagel
p/Coordenadoria

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fundação da Aliança Cristã Evangélica Brasileira



Fundação da Aliança Cristã Evangélica Brasileira


Em São Paulo, na Avenida Liberdade, na Catedral Metodista, se realizou em 30 de novembro de 2010 a fundação da Aliança Cristã Evangélica Brasileira – Aliança. Cerca de 230 pessoas participaram do ato, que contou com líderes e representantes de igreja, organizações e associações cristãs de diversas denominações e ministérios e estados do Brasil.

Por mais de três décadas e até 1964, a Confederação Evangélica Brasileira (CEB) fez o papel de unir e realizar projetos em comum com as igrejas evangélicas de sua época. Depois de um longo interregno fundou-se, em 1991, a Associação Evangélica Brasileira (AEVB), que por uma década se constituiu num esforço quanto à unidade de setores evangélicos em nosso país.

Agora nasce a Aliança Cristã Evangélica Brasileira que, honrando os que no passado procuraram responder à vocação evangélica quanto à unidade da igreja, quer representar esse mesmo esforço de obediência evangélica em sua geração no presente momento histórico. A Aliança nasce de um processo de escuta ao evangelho, no qual Jesus desafia seus discípulos a “serem um” para que o mundo creia nele (João 17:21-22); e tem como moto “a unidade da fé a caminho da missão”. A Aliança nasce também de um processo de escuta a líderes evangélicos em vários lugares do país, onde se colheu um forte apoio para esta iniciativa.

A “Carta de Princípios e Diretrizes” aprovada no encontro do dia 30.11, estabelece que a Aliança “é uma parceria de igrejas e organizações e tem como missão congregar seguidores do Senhor e Salvador Jesus Cristo como expressão da unidade da igreja”. Propondo-se a funcionar mais em modelo rede do que em forma de organização centralizada, será dirigida por um Conselho Geral, composto por 15 homens e mulheres que serão representativos de várias denominações, organizações e regiões do país.

Os caminhos e as adesões à Aliança se darão à luz desta Carta de Princípios que especifica a sua crença, bem como os seus princípios, valores e objetivos, que se resumem no propósito que a própria carta delimita: “Buscamos viver a nossa fé segundo os valores encontrados nas Escrituras e que a fé cristã tem afirmado e vivido no decorrer da história. Estes valores anseiam ser uma expressão do Reino de Deus” e expressar a nossa unidade no Espírito.

A Aliança, que se propõe a ser uma expressão da fé evangélica vivida neste país, quer começar devagar e ganhar densidade à medida que caminhe na busca da unidade e do serviço às nossas igrejas, ministérios e ao nosso próprio país.

Dezenas de igrejas e associações estão aderindo e se dispondo a integrar a Aliança, ao subscreverem uma carta de pré-adesão, que também estará disponível em nosso site. Neste também estarão expostos os nomes daqueles que já se dispuseram a formar a liderança da Aliança, que terá outros nomes acrescentados à medida que se fizer necessário no processo de aprovação.

A assembleia da fundação terminou com um culto de adoração e comunhão, o que é, em última análise o objetivo da Aliança: Adorar a Deus, viver em comunhão e servir ao outro com amor e em busca da justiça.

O nosso site está ao seu dispor para contatos e conversa.

Assessoria de Imprensa: http://www.aliancaevangelica.org.br/